É impressionante o que a mídia tradicional tem feito com a política brasileira. É fato que a política concentra muitos absurdos, e muita gente mau caráter, mas da forma como os políticos estão sendo apresentados pela imprensa, há hoje no país, quase que uma inquisição de quem trabalha neste meio.
Um exemplo disto, é de que por causa de atos secretos que beneficiaram Sarney e sua turma, até mesmo um ícone da ética como o Senador Pedro Simon [Nota à imprensa abaixo] teve que explicar-se, mesmo nada de errado, ou imoral tendo cometido.
Todo o problema se dá pela generalização dos fatos. Na imprensa o Congresso Nacional é enxovalhado diariamente. Mas não pense que há em minhas palavras uma sentença de culpa a jornalistas e meios de comunicação por tudo que acontece. Porém, muitas vezes a forma como vendem a classe política, não condiz com a maioria de detentores de cargos, que se esforçam para melhorar a vida da comunidade.
Espertalhões vão exitir em todas as profissões. Tanto na vida pública, quanto na vida privada, e muitas vezes, o político sequer está presente. Quando um funcionário público monta um esquema para fraudar o INSS, qual a participação do político? E quando o próprio cidadão forja documentos para receber a concessão de algum benefício indevido? Quando um gerente de empresa pratica espionagem? Quando um jornalista se curva a determinados interesses? Quando um veículo de comunicação é imparcial?...
Exemplos deste tipo de atitudes repugnantes há em todos os setores, e temo que se faça uma generalização, veremos um dia então, que todos nós não prestamos...
Um exemplo disto, é de que por causa de atos secretos que beneficiaram Sarney e sua turma, até mesmo um ícone da ética como o Senador Pedro Simon [Nota à imprensa abaixo] teve que explicar-se, mesmo nada de errado, ou imoral tendo cometido.
Todo o problema se dá pela generalização dos fatos. Na imprensa o Congresso Nacional é enxovalhado diariamente. Mas não pense que há em minhas palavras uma sentença de culpa a jornalistas e meios de comunicação por tudo que acontece. Porém, muitas vezes a forma como vendem a classe política, não condiz com a maioria de detentores de cargos, que se esforçam para melhorar a vida da comunidade.
Espertalhões vão exitir em todas as profissões. Tanto na vida pública, quanto na vida privada, e muitas vezes, o político sequer está presente. Quando um funcionário público monta um esquema para fraudar o INSS, qual a participação do político? E quando o próprio cidadão forja documentos para receber a concessão de algum benefício indevido? Quando um gerente de empresa pratica espionagem? Quando um jornalista se curva a determinados interesses? Quando um veículo de comunicação é imparcial?...
Exemplos deste tipo de atitudes repugnantes há em todos os setores, e temo que se faça uma generalização, veremos um dia então, que todos nós não prestamos...
Nota de esclarecimento - senador Pedro Simon
1. Não existe nenhum ato secreto do Senado envolvendo o nome do senador Pedro Simon (PMDB-RS).
2. A única referência a Pedro Simon que consta da lista mencionada pelo jornal “O Estado de São Paulo” é sua indicação, pela Presidência do Senado, para composição da Comissão encarregada das comemorações dos 180 anos da instituição.
3. O ato referente a essa indicação foi publicado no Boletim Administrativo do Pessoal, de 14 de dezembro de 2005. E, também, no Diário do Senado Federal, de 14 de dezembro de 2005.
4. Portanto, não existe nenhuma ação que desabone, de alguma forma, a conduta ética sempre observada pelo senador Pedro Simon na vida pública.
2. A única referência a Pedro Simon que consta da lista mencionada pelo jornal “O Estado de São Paulo” é sua indicação, pela Presidência do Senado, para composição da Comissão encarregada das comemorações dos 180 anos da instituição.
3. O ato referente a essa indicação foi publicado no Boletim Administrativo do Pessoal, de 14 de dezembro de 2005. E, também, no Diário do Senado Federal, de 14 de dezembro de 2005.
4. Portanto, não existe nenhuma ação que desabone, de alguma forma, a conduta ética sempre observada pelo senador Pedro Simon na vida pública.




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